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Escrito por Nelson
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Sáb, 05 de Setembro de 2009 09:17 |
ESCRITO POR REGINA BRETT, AO COMPLE- TAR 50 ANOS...
"Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me ensinou. É a coluna mais requisitada que eu já escrevi. Meu taxímetro chegou aos 50 em Agosto, então aqui está a coluna mais uma vez:"
01) A vida não é justa, mas ainda é boa. 02) Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo. 03) A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém. 04) Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato. 05) Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês. 06) Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para descordar. 07) Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho. 08) Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele agüenta.
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Escrito por Nelson
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Sex, 07 de Agosto de 2009 16:27 |
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Não importa quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber o seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer: se tem forma de guitarra... Está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.
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Conhecida por berço poetas e cantadores, município re- vela também nova geração de artistas e ganha espaço para preservar a tradição.
Durante muito tempo, São José do Egito, no Alto Sertão do Pajeú, a 412 quilômetros do Recife, padeceu com a falta de um espaço que congregasse a memória poética do município. Referência até mesmo internacional na cantoria de viola e na poesia, a cidade começa a se preparar para abrigar o Memorial da Poesia Popular. Poetas e repentistas terão suas histórias contadas e arquivadas. Iniciativa parecida até que foi testada, lá pelos idos dos anos 90, mas não vingou. Agora, tudo o que foi produzido ao longo de décadas, como livros, cordéis, gravações de cantorias, fotos, objetos pessoais serão expostos e alguns produtos comercializados no novo espaço.
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A Origem nas Feiras Medievais Nossa viagem em busca das origens do cordel começa na Europa, na Idade Média, num tempo em que não existia televisão, cinema e teatro para divertir o povo. A imprensa ainda não tinha sido inventada e pouquíssima gente sabia ler e escrever. Os livros eram raríssimos e caros, pois tinham de ser copiados a mão, um a um. Então, como as pessoas faziam para conhecer novas histórias?
Pois bem, mesmo nos pequenos vilarejos existia um dia da semana que era especial: o dia da feira. Nessas ocasiões, um grande número de pessoas se dirigia à cidade, e ali os camponeses vendiam seus produtos, os comerciantes ofereciam suas mercadorias e artistas se apresentavam para a multidão.
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Lourival Batista Patriota, o Louro do Pajeú, era repentis- ta, consi- derado o "rei do trocadi- lho". Nasceu a 06 de janeiro de 1915 na Vila Umburanas, hoje Município de Itapetim (na época pertencia a São Jose do Egito). Concluiu o curso ginasial em 1933, no Recife, de onde saiu com a viola nas costas, para fazer cantorias.
Foi um dos mais afamados poetas populares do Nordeste. Irmão de outros dois repentistas famosos (Dimas e Otacílio Batista) e genro do poeta Antônio Marinho (a "Águia do sertão"), foi um dos grandes parceiros do paraibano Pinto do Monteiro. Satírico e rápido no improviso, era temido por seus competidores.
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